A China, já dominante no mercado de veículos elétricos, está agora a desafiar a Tesla na corrida para construir robôs humanóides alimentados por bateria, com o objetivo de substituir trabalhadores humanos nas linhas de montagem de veículos elétricos.
A “estratégia do peixe-gato” impulsiona a inovação robótica
A entrada da Tesla na China em 2019 teve um “efeito peixe-gato” na indústria chinesa, estimulando a concorrência e a inovação.
O robô Optimus da Tesla, apresentado em 2021, teve um impacto semelhante, inspirando empresas chinesas como a Shanghai Kepler Exploration Robotics a desenvolver os seus próprios robôs humanóides.
Vantagens da China na produção em massa
A China possui vantagens significativas na produção em massa e na integração da cadeia de abastecimento, o que lhe permite reduzir os custos de produção dos robôs humanóides.
Empresas como a UBTECH Robotics estão a testar os seus robôs em fábricas de automóveis e planeiam iniciar a produção em massa no próximo ano.
O apoio do governo chinês
O governo chinês está a apoiar fortemente o desenvolvimento da indústria de robôs humanóides, com investimentos significativos em fundos estatais. O objetivo é tornar a China uma força importante na indústria global de robôs.
O futuro dos robôs humanóides
Espera-se que o mercado global de robôs humanóides atinja os 38 mil milhões de dólares até 2035.
Embora a China tenha chamado para a produção em massa de robôs humanóides até 2025, especialistas acreditam que a aplicação comercial em larga escala levará pelo menos 20 a 30 anos.
A corrida pelos robôs humanóides está em pleno andamento, e a China está determinada a liderar essa revolução tecnológica. Com o apoio do governo, a experiência em produção em massa e a capacidade de reduzir custos, as empresas chinesas estão prontas para competir com a Tesla e outras empresas globais neste mercado emergente.
Será fascinante observar como esta competição se desenrola nos próximos anos e como os robôs humanóides irão transformar as nossas vidas e o mundo do trabalho.
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